Eu tomo posse daquilo que eu sou Mt 25,31-46

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Solenidade de Cristo Rei -34° Domingo do Tempo Comum

Estamos encerrando o ano litúrgico deste ano de 2008,para que possamos passar para o novo ano litúrgico,estamos chegando ao Tempo do Advento na qual estamos nos preparando para a chegada do Natal.A Primeira Leitura da Profecia de Ezequiel,o texto já nos mostra o desafio de ser pessoa na qual o Senhor fala sobre as suas ovelhasperdidas que estão sendo procuradas,o texto já nos diz:: “Assim diz o Senhor Deus:Vede!Eu mesmo vou procurar minhas ovelhas e tomar conta delas.Como o pastor toma conta conta do rebanho,de dia,quando se encontra no meio das ovelhas dispersas,assim vou cuidar de minhas ovelhas e vou resgatá-las de todos os lugares em que foram dispensadas num dia de nuvens e escuridão“.(cf.Ez 34,11-12).Temos que assumir a nossa responsabilidade de tomar os nossos cuidados de nós mesmos,vimos também que estamos em cada parte de assumir as nossas dificuldades do dia a dia.Portanto temos as nossas responsabilidades de tomar posse daquilo que se é.A Segunda Leitura São Paulo na Primeira Carta aos Coríntios nos detalhava sobre a ressurreição de Cristo e ele diz: “Na realidade,Cristo ressuscitou dos mortos como primícias dos que morreram.Com efeito,por um homem veio a morte,e é também por um homem que vem a ressurreição dos mortos“.(cf.1Cor 15,20-21).Como possamos ver neste texto,São Paulo acreditou que Cristo ressuscitou dos mortos quando ele comoçou a anunciar a segunda vinda de Cristo.O Evangelho também vem nos falar esse texto que é muito importante na nossa vida: “Vinde,benditos de meu Pai! Tomai posse  o Reino que vos estás sendo preparado desde a criação do mundo!”.(cf.Mt 25,34).Ser pessoa é antes de tudo,ter consciência.Tenho diante de mim minhas dificuldades,mas eu me aceito!.Conversão é tomar posse daquilo que se é.Por isso,Deus não pode trabalhar com uma pessoa mascarada,que não se aceita.Não existe cristão se ele não se aceitar do jeito que é.Você é o que é,e a sua conversão passará por aquilo que você é! Temos que tomar posse daquilo que somos,temos que assumir aquilo que somos e tomar posse daquilo que se dá ao nosso viver. Sabemos que ser pessoa é um processo de devolução,e nós temos que assumir aquilo que se é.Portanto meus irmãos e minhas irmãs ser pessoa é saber assumir o próprio ser  para que isso possa acontecer vimos que a nossa conversão pode mudar tudo em nossas vidas.Temos que tirar essa máscara que está escondida nos nossos olhos.Somos filhos de Deus e temos a nossa virtude de sermos nós mesmos.Por isso Deus criou o homem e a mulher á sua imagem semelhança que ele mesmo os criou.(cf.Gn 1,27).Por vamos assumir a nossa responsabilidade de nós mesmos,temos a nossa pessoa para isso somos chamados a tomar posse daquilo que se é, e somos.Vamos portanto pedir ao Senhor que nos dê a posse do que somos quando temos a nossa resposta para o desafio de nós mesmos,não podemos deixar de sermos nós mesmos.

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!

Para sempre seja louvado!

Deveremos prestar contas Mt 25,14-30

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33° Domingo do Tempo Comum

Estamos na Penúltima semana da Liturgia do Tempo Comum,no próximo Domingo estaremos celebrando a festa do Cristo Rei do Universo.Estamos chegando no Tempo do Advento que é um tempo em preparação para o Natal.A Primeira Leitura do livro dos Provérbios nos diz nesta passagem sobre a Hsitória de uma mulher forte que na qual ela vale mais do que as jóias o texto já nos diz a esta questão:”Uma mulher forte,quem a encontrará? Ela vale muito mais do que as jóias“. (cf.Pr 31,10).Com essa questão possamos entender que a esta razão de demonstrar o sentido de que está sendo questionada sobre a Mulher que seria de ótima confiança ao seu marido.Mesmo nessa conduta possamos determinar que a essa virtude seja feita de fato que,as pessoas possam entender o que temos em comum na qual soubemos preferir essa conduta de mostrar o que possamos realizar diante do projeto de Deus na vida do ser humano.São Paulo explica-nos na Segunda Leitura da Primeira Carta aos Tessalonicenses que nos explica o tempo que o Senhor virá:“Quanto ao tempo e á hora,meus irmãos,não há por que vos escrever.Vós mesmos sabeis perfeitamente que o dia do Senhor virá como um ladrão,de noite“. (cf.1Ts 5,1-2).Isso surge porque São Paulo se expressa mesmo o quanto que a vinda de Cristo Jesus novamente á terra após a sua ressurreição,podemos destacar que o Senhor vem para nos salvar de todos os pecados.Concluindo a refelxão da Segunda Leitura,São Paulo também veio falar para os seus irmãos desta seguinte afirmação:”Paz e Segurança!,então de repente sobreviverá a destruíção,como as dores de parto sobre a mulher grávida.e Não poderão escapar“.(1 Ts 5,3).Com essa conclusão São Paulo acreditou que a paz e a segurança vão trazer novas esperanças para que o mundo compreenda o que se passa neste momento.O Evangelho de São Mateus no capítulo 25 nos faz uma revelação surpreendente que temos que prestar contas a Deus e o Evangelho nos diz:”O Reino dos Céus é também como um homem que ia viajar para o estrangeiro.Chamou os seus servos e lhes confiou os seus bens:a um cinco talentos,a outro dois e ao terceiro,um-a cada qual de acordo com sua capacidade.Em seguida viajou“.(cf.Mt 25,14-15).O Evangelho conta-nos sobre a parábola dos talentos na qual tivemos a expectativa enorme de sermos surpreendidos com essa afirmação que acabamos de ver,neste detalhe temos uma outra semelhança que todos nós temos a respectiva de demonstrar o que Deus tem para todos nós e que neste momento possamos escolher o melhor talento de nossa vida,e esse talento é de Deus ele que teve a experiência de nos dar um grande sentido na qual tivemos o interesse de colocar novas virtudes atravé do projeto de Deus.

Louvado Seja nosso Senhor Jesus Cristo!

Para sempre seja louvado!!

Igreja:Sacramento do Reino Jo 2,13-22

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Celebramos hoje a Dedicação da Sacrossanta Basílica do Latrão. O que é a Basílica do Latrão? É a Sé Catedral da cidade de Roma, que foi construída entre os anos de 314 e 335 e fundada pelo Papa Melquíades na propriedade oferecida e doada para esse fim pelo imperador Constantino, ao lado do Palácio Lateranense. Mas, porque se chama Basílica do Latrão? Porque esta Basílica foi construída no terreno “dei Laterani”, ou seja, da família proprietária da chácara, herdada pela mulher de Constantino, o Imperador Romano, que a doou ao Papa. Esta Basílica tem um significado muito especial para a cristandade: lá foram celebrados cinco Concílios Ecumênicos. Diz a tradição da Santa Igreja que o aniversário de sua dedicação, celebrado originalmente só em Roma, comemora-se em todas as comunidades do rito romano com a finalidade maior de enaltecer o ministério petrino do Sumo Pontífice que de sua Basílica Patriarcal preside na caridade a única Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo que congrega, por seu gesto primacial, todas as Igrejas de todo o orbe. A Basílica de Latrão, portanto, é a Mãe de todas as Igrejas de todo o mundo católico.

Até a construção do Vaticano o Santo Padre morava no Palácio Lateranense que é anexo a Basílica de mesmo nome. Portanto a Basílica do Latrão é a Catedral do Papa em Roma, é a Igreja que é a Mãe e cabeça de todas as Igrejas.

Irmãos e Irmãs,

A Basílica do Latrão tem como padroeiro principal o Santíssimo Salvador. Tem como dois co-patronos, São João Batista, celebrado a 24 de junho e São João Evangelista, celebrado a 27 de dezembro. Dois homens que caminharam nas estradas da salvação. João Batista, o precursor, aquele que preparou os caminhos para Jesus anunciando que Outro viria batizar com o Espírito Santo, porque ele batizava com água. São João Evangelista, o apóstolo bem amado, o último apóstolo a morrer e com a sua morte se considera fechada às portas das revelações e dos ensinamentos bíblicos do Novo Testamento. Por isso mesmo o povo de Roma conhece a Basílica celebrada hoje como a Basílica de “São João do Latrão”. 

Irmãos e Irmãs,

DEO OPTIMO MÁXIMO, ou seja, A DEUS OTIMO E MÁXIMO celebramos a festa de hoje. Dedicada a Deus ótimo e máximo a Basílica de Latrão quer interpelar em cada um de nós um compromisso evangelizador renovado de profundo amor e seguimento a Nosso Senhor e Divino Salvador Jesus Cristo e a Sua Igreja. Não há Igreja no mundo que não seja dedicada a DEUS O SALVADOR. Todas as Igrejas, evidentemente são dedicadas a um Santo ou a uma Santa que viveram a radicalidade do Evangelho e servem-se como luzeiros na nossa caminhada de fé e de esperança cristã. Mas, estes santos viveram a sua vida, dedicaram a sua vida a DEUS ÓTIMO E MÁXIMO.

Meus queridos irmãos,

Todos nós participamos a cada domingo da celebração da liturgia eucarística que, via de regra, é celebrada dentro de uma Catedral, de uma Basílica, de uma Matriz, de uma Capela Filial, de um Oratório, de um Orago, de um centro comunitário, de uma praça ou no próprio logradouro público. A Igreja, esta Igreja como templo em que estamos dentro é o edifício pelo qual todos nós nos reunimos para adorar a DEUS ÓTIMO E MÁXIMO, ao Divino Salvador.

Mas, graças a Deus, a Igreja transcende o templo de pedra. A Igreja é a comunidade viva de fiéis, é a reunião de todos os batizados que vem adorar ao Deus Salvador. Assim nos ensinou o Concílio Vaticano II: “A Igreja não se acha deveras consolidada, não vive plenamente, não é um perfeito sinal de Cristo entre os homens, se aí não existe um laicato de verdadeira expressão que trabalhe com a hierarquia. Porque o Evangelho não pode ser fixado na índole, na vida e no trabalho dum povo, sem a ativa presença dos leigos”(Cf. Decreto “Ad Gentes” n. 21). Continua o Concílio Ecumênico Vaticano II: “O principal dever dos homens e das mulheres é dar testemunho de Cristo pelo exemplo e pela palavra, na família, no seu ambiente social e no âmbito da profissão”(idem).

Irmãos e Irmãs,

São João, em seu Evangelho de hoje(cf. Jo 2,13-22), deixa claro que já no início de sua atuação pública, Jesus chega a Jerusalém por ocasião de uma romaria pascal e expulsa do templo não só os abusos, mas os próprios animais do sacrifício. E, quando as autoridades pedem a Jesus um sinal profético que possa respaldar tal gesto inimaginável, Jesus aponta o sinal que só depois(Jo 2,22) os discípulos vão conhecer: o sinal de sua ressurreição. O templo antigo pode ser destruído, mas Jesus “fará ressurgir” um novo templo em três dias: o templo de seu corpo, de sua pessoa. Jesus é templo, santuário, lugar de culto a Deus, de encontro com Deus. Nele, a  Palavra de Deus armou tenda entre nós(Jo 1,14). Nele também é oferecido a Deus o único culto da nova Aliança, o dom da própria vida por amor.

É importante assinalar que Jesus associa-se o templo de pedras vivas que á comunidade. Os que se fazem batizar devem se aproximar da pedra rejeitada, cristo, que pela ressurreição se tornou a pedra angular, alicerce. Os batizados são, assim, o edifício espiritual. Por isso, nessa comunidade é que se oferece o sacrifico espiritual, que é promovido pelo Espírito de Deus, que é a prática da vida cristã.

São Paulo(cf. 1 Cor 3,9-11.16-17) usa uma imagem semelhante, ao falar de seu trabalho na fundação da igreja de Corinto. A comunidade é construção de Deus, morada do Espírito. O alicerce, posto pelo próprio Paulo, é Cristo.

Por isso, a abertura dessas imagens é fornecida pela “utopia de Ezequiel”, na qual aparece a descrição do novo templo, a ser construído quando os exilados da Babilônia voltarem à Judéia(cf. Ez 47,1-2.8-9.12). Ezequiel vê a fonte do templo como um rio caudoloso que saneia as águas e as margens e até o Mar Morto… Um símbolo da salvação que deve fluir do novo templo Essa alegoria se refere a Cristo e à sua comunidade, porque a comunidade de Jesus deve ser a edificação de Deus da qual sai a água salvadora para a humanidade.

Meus irmãos e minhas irmãs,

Vivemos todos dentro da grande comunidade de fiéis chamada Igreja ou “Ecclesía”, o que significa, assembléia ou comunidade de fiéis, comunidade do povo de Deus peregrino. São Paulo nos ensinou que a comunidade cristã é o templo de Deus, onde quer que esteja ou se que se reúna para o louvor do Deus Altíssimo e Onipotente. Todos os fiéis que fazem parte do corpo místico de Cristo constituem a comunidade orante, a comunidade militante e a comunidade padecente que formam a grande Igreja, Jerusalém celeste conforme celebramos há uma semana a festa de Todos os Santos e Santas de Deus. O próprio fiel, pelo Batismo, é templo e morada do Espírito Santo. Todos nós somos membros da pedra viva, o “Corpo de Cristo”.

Assim, rezemos, pois, elevando nossos pensamentos ao Senhor da Vida para que a Igreja que peregrina no mundo, a partir do primado da Caridade de Bento XVI, que da Catedral Lateranense a todos abençõe a congrega na unidade, para que possamos todos cantar as alegrias eternas neste vale de lágrimas, aonde a justiça, a paz, a concórdia, a misericórdia e a acolhida fraternal sejam a nota de júbilo e louvor ao DEUS ÓTIMO E MÁXIMO que se consagra a Basílica do Latrão e que, diuturnamente, se consagra à vida de cada um dos cristãos. Amém!

Ressurreição e Vida Jo 11,17-27

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Comemoração dos Fiéis Defuntos-31°Domingo do Tempo Comum

A liturgia deste domingo,em comemoração do Dia dos Finados,nos fala sobre a ressurreição e da vida.Neste contexto vamos abordar o grande tema desta Santa Missa que vamos meditar nas leituras que vamos refletir.A primeira Leitura no Livro da Sabedoria nos diz sobre como se tornar justo nas mãos de Deus e que o mal venha atrapalhar o nosso amor com Deus e o texto diz:“A vida dos justos está nas mãos de Deus,e nenhum tormento os atingirá”.(cf.Sb 3,1).A nossa fé no amor de Deus tem dado um grande juramento de confiança e que possamos nos converter ao amor e ter uma vida eterna para que possamos nos converter a salvação para que possamos dar um grande exemplo de vida para que a ressurreição tem nos dado uma nova vida em Cristo.(cf.Col 3,1-4).A Carta Encíclica do Santo Padre o Papa Bento XVI Spe Salvi quando ele veio nos determinar a esperança da nossa vida:“Tal modo como o agir,também o sofrimento faz parte da existência humana.Este deriva,por um lado,da nossa finitude e,por outro,do volume de culpa que se acumlou ao longo da história e,mesmo atualmente,cresce de modo irreprimível“.(cf.Spe Salvi,36).Continuando a reflexão da Primeira Leitura:”Provou-os como se prova o ouro no fogo e aceitou-os como ofertas de holocausto.Os que nele confiam compreenderão a verdade,e os que perseveraram no amor“.(cf.Sb 3,6.9).Essa seria uma grande verdade ao sabermos que somos provados no ouro e no fogo,o que determina os nossos pecados cometidos temos em vão os grandes sentidos de nos converter para a vida nova,sermos renovados a cada passo que dermos para um novo caminho.A Segunda Leitura na Carta aos Romanos,São Paulo nos fala do exemplo que ele exerce todo tempo necessário ao falar sobre o batismo e da vida eterna na ressurreição:”Pelo batismo na sua morte,fomos sepultados com ele,para que como Cristo ressuscitou dos mortos pela glória do Pai,assim também nós levemos uma vida nova“.(cf.Rm 6,4).O exemplo de vida quando estamos sendo ressuscitados com Cristo precisamos mudar o nosso desempenho de termos uma vida nova em Cristo.O Evangelho de São João nos fala sobre a Ressurreição e da vida,vamos ver o que o Evangelho tem para nos dizer:”Jesus disse então:”Eu sou a ressurreição e a vida.Quem crê em mim,ainda não morrerá jamais.Crês nisto?”.(cf.Jo 11,25).Vejam Jesus tem dito essas palavras para que possamos entender o que o Senhor tem dado para nós um grande exemplo de vida para que nós possamos nos comunicar com Jesus e dizer que Jesus ressuscitou dos mortos,por isso ele dizia:”Eu sou o caminho,a verdade e a vida“.(cf.Jo 14,6).Somos reconciliados pelo amor que Deus tem dado para todos nós.Que nós possamos nos converter juntamente com o Senhor,que ele faça de nós membros da Igreja e membros do seu Reino de Deus.Possamos dar um grande exemplo de vida aos nossos momentos de vida.

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!

Para sempre seja louvado!

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Deus abençõe

Joseph Charles D.Batista

Formador Integral de Jovens

O amor a Deus e ao próximo Mt 22,34-40

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30° Domingo do Tempo Comum-Dia Nacional da Juventude
Estamos na reta final do Tempo Comum no próximo sábado estaremos comemorando a Solenidade de todos os Santos,para entender melhor a liturgia deste domingo vamos refletir nesta liturgia também celebramos o Dia Nacional da Juventude que temos em referência levando a evangelização da nossa juventude.A Primeira Leitura do Livro do Êxodo vem nos trazer uma ordem que Deus tem trazido para nós e essa ordem:”Não oprimas nem maltrates o estrangeiro,pois vós fostes estrangeiros na terra do Egito”.(cf.Êx 22,20).Também no versículo 21 também tem uma ordem:”Não façais mal algum á viúva nem ao órfão”.(cf.Êx 22,21).Nessas duas ordens que Deus tem trazido para o nosso coração,é um dos mandamentos que ele citou como devemos amar o próximo.Pois bem,Deus tem dado para nós um mandamento.Será necessário afastar-se dos homens para encontrar ao Deus? E quem encontrou a Deus ainda poderá voltar aos homens e viver com eles? Interessar-se por eles, trabalhar com eles e para eles? Em outras palavras são compatíveis o amor de Deus e o amor dos homens, ou ao contrário, um exclui o outro, de modo que seja absolutamente necessário fazer uma opção?

Amar o homem para amar a Deus

Nenhuma destas perguntas recebeu de Jesus uma resposta essencial: o primeiro mandamento é amar a Deus e o segundo, que lhe é semelhante, amar os homens. Não se pode, pois, pensar que a entrada de Deus numa consciência provoque a exclusão do homem (evangelho).

Ao contrário, os textos mais seguros da mensagem do Antigo Testamento e de Jesus nos levam a crer com certeza que o encontro com Deus renova e aperfeiçoa a atenção e a solicitude para com os homens (1ª leitura).

“Quando Deus se revela pessoalmente, ele o faz

servindo-se das categorias do homem. Assim revela-se Pai, Filho, Espírito de amor: e se revela supremamente na humanidade de Jesus Cristo. Por isto, não é demasiada ousadia afirmar que é preciso conhecer o homem para conhecer a Deus; é preciso amar o homem para amar a Deus” (rdC 122,b).

Mas convém aprofundar alguns problemas impostos pelos próprios textos evangélicos. Importa amar os homens, mas importa também acautelar-se com relação ao mundo, saber deixar o pai e a mãe… Como fazer um acordo entre proposições que, a primeira vista, parecem opor-se? Devendo absolutamente escolher entre o homem e Deus, que fazer? O amor dos homens não é uma ameaça ao amor de Deus?

Nunca a Escritura e a tradição cristã permitiram ao cristão desinteressar-se do homem, sob pretexto de interessar-se unicamente por Deus. Nunca deixaram de indicar no serviço do homem um modo de servir a Deus.

Teoria e práxis

A atenção a Deus e a atenção ao homem não são facilmente separáveis. O cultivo da “via interior” é um valor cristão, um valor permanente, como a necessidade de recolhimento. Mas a “vida interior”, quando é cristão, não é monólogo nem é falar com Deus só. Encontrando Deus na oração, o cristão, mais cedo ou mais tarde, encontra inevitavelmente os homens que Deus cria e quer salvar. Ele não pode deixar de subscrever estas linha de Paulo Ricoerur: “Minha vida interior é a fonte de minhas relações exteriores. Contrariamente à sabedoria meditativa e contemplativa do fim do paganismo grego ou do Oriente, a pregação cristã jamais opôs o ser ao fazer, o interior ao exterior, a teoria à práxis, a oração à vida, a fé às obras. Deus ao próximo. É sempre no momento em que a comunidade cristã se desfaz ou a fé decai, que ela abandona o mundo e suas responsabilidades, reconstruindo o mito da interioridade. Então, o Cristo não é mais reconhecido na pessoa do pobre, do exilado, do prisioneiro”. todo o teu espírito: eis o grande e primeiro mandamento”. Era o texto do Deuteronômio que constituía a essência da oração que os Israelitas rezavam diariamente - o “Shemá” - e que na atual liturgia das horas nós rezamos na oração da noite de domingo. Mas Jesus acrescentou: “o segundo mandamento é semelhante a ele: amarás a teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22, 37-37). E disse ainda: “Desses dois mandamentos decorre toda a lei e os profetas (v 40)”.

Contemplação e ação

O cristão pode afastar-se momentaneamente dos homens, para orar, para pensar só em Deus. Pode fazer uma hora de meditação sem encontrar expressamente, na contemplação de um mistério, divino, o pensamento das necessidades dos homens… Isto se torna mesmo, em certos momentos , uma profunda necessidade. Na vida cristã, como na vida humana em geral, existem normalmente ritmos; passa-se da contemplação à ação de desta à contemplação. Mas como acontece na nossa existência em que se sucedem tempos de retiro e tempos de intensa atividade, também na Igreja vemos contemplativos e ativos. O mistério de Cristo, no seu todo, é vivido na Igreja, no conjunto de seus membros e em todos os séculos. O contemplativo serve aos homens servindo a Deus o ativo serve a Deus servindo aos homens. Os dois exprimem, especializando-se na limitação do Cristo, um mesmo e único mistério: o da vida religiosa do Verbo encarnado. Assim aconteceu e acontece ainda na história da Igreja. O santo Cura D´Ars suspirava por um convento e pela solidão, enquanto se dedicava inteiramente aos homens; e os conventos deram à Igreja grandes papas, bispos, reformadores e missionários, que passaram da contemplação e da solidão à ação mais perseverante e ininterrupta.

Fonte:Site da Arquidiocese de São Paulo

A Deus o que é de Deus Mt 22,15-21

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   29°Domingo do Tempo comum-Dia mundial das Missões e da Santa Infância

“Por outro lado,a infãncia,sendo a primeira etapa da vida do recém nascido,cosntiui ocasião maravilhosa para a transmissão da fé.Vemos com gratidão a valiosa ação de tantas instituições a serviço da infãncia”.(cf.Documento de Aparecida,440).Começando esta homilia deste domingo,na qual estamos festejando o Dia Mundial das Missões e da Santa Infãncia,na qual temos um grande ardor de demonstrar o que já nos dizia o Documento de Aparecida sobre a ação missionária de nossas criançasDeixai vir a mim as criancinhas e não as impeçais,porque o Reino de Deus é daqueles que se parecem com elas”.(cf.Lc 18,16). Na Primeira Leitura no Livro do Profeta Isaías nos ensina neste sentido sermos ungidos pelo Senhor e o texto diz:”Tomei-o pela mão para submeter os povos ao seu domínio,dobrar o orgulho dos reis,abrir todas as portas à sua marcha,e para não deixar trancar os portões”.(cf.Is 45,1).Temos nesta proposta constata-se um grande sentido de que somos ungidos pelo Senhor.O Documento de Aparecida tem mostrado para nós a eficiência de capacitar na nossa missão de evangelizar e o Documento veio nos relatar sobre este fato:”No povo de Deus “a comunhão e a missão estão profundamente unidas entre si…A comunhão é missionária e a missão é para a comunhão”.Nas Igrejas particulares,todos os membros do povo de Deus,segundo suas vocações específicas,somos convocados á santidade na comunhão e na missão”.(Documento de Aparecida,163).Nesta missão de evangelizar precisamos nos colocar uma meta alcançada para poder  entrarmos nestas certezas que precisamos meditar a nossa vocação de sermos discípulos e missionários de Jesus Cristo.A Segunda Leitura na Carta de São Paulo aos Tessalonicenses,São Paulo nos relata uma reunida assembléia que tem sido realizada toda essa expressão missionária na Igreja e São Paulo nos diz:”Damos graças a Deus por todos vós,lembrabdo-vos sempre em nossas orações”.(cf.1Ts 1,2).São Paulo quis agradecer a Deus pela intercessão de suas orações para que possamos necessitar uma graça que o Senhor vem trazer para nós.para isso temos um grande encontro Senhor.O Evangelho de São Mateus nos relata uma parábola que escutemos com atenção e o evangelho diz assim:”Hipócritas! Por que me armais uma cilada? Mostrai-me a moeda do imposto!”.(cf.Mt 22,18-19).Essa passagem é muito forte para todos nós,por que que os fariseus armaram cilada para Jesus? Essa questão tem como podemos temos uma forte presença de pessoas que não são humildes e sim são arrogantes.Para isso precisamos nos determinar um grande sentido nesta vida.O Documento do Concílio Vaticano II Lumen Gentium tem determinado essa missão:”Devem pois os fiéis reconhecer a natureza íntima de todas as criaturas,o seu valor e ordenação para a glória de Deus,e devem ajudar-se mutuamente a conseguir uma vida mais santa,mesmo por meio das atividades propriamente seculares”. (cf. LG 36).Precisamos ser orientados através deste contexto que vivemos no dia a dia.Vamos portanto pedir ao Senhor que determinado tempo possamos assumir a nossa missão de colocar esse fato muito importante para nossos corações e que devemos acompanhar toda essa expectativa de dar um grande ardor missionário.Leia a mensagem do Santo Padre o Papa Bento XVI sobre o Dia Mundial das Missões.

                                 Mensagem de S.S Bento XVI sobre o Dia Mundial das Missões:

Servos e Apóstolos de Jesus Cristo

Prezados irmãos e irmãs,

Por ocasião do Dia Mundial das Missões, eu gostaria de convidar-vos a refletir na permanente urgência de anunciar o Evangelho também neste nosso tempo. O mandado missionário continua a ser prioridade absoluta para todos os batizados, chamados a ser “servidores e apóstolos de Jesus Cristo” neste início de milênio. O meu venerável predecessor, o Servo de Deus Paulo VI, já afirmava na Exortação Apostólica Evangelii Nuntiandi que “evangelizar é a graça, a vocação própria da Igreja, a sua identidade mais profunda” (n° 14). Como modelo deste empenho apostólico, gosto de indicar especialmente São Paulo, o Apóstolo das Nações, já que neste ano celebramos um jubileu especial dedicado ele. É o Ano Paulino, que nos oferece a oportunidade de nos familiarizarmos com esse notável apóstolo, que teve a vocação de proclamar o Evangelho aos povos não-cristãos, conforme o que o Senhor lhe havia dito: “Vai! É para longe, para os pagãos que vou te enviar” (At 22,21). Como não colher a oportunidade oferecida por este jubileu especial às Igrejas locais, às comunidades cristãs e a cada um dos fiéis para propagar até os últimos confins do mundo o anúncio do Evangelho, “força salvadora de Deus para tudo aquele que crê” (Rm 1,16)?

1. A humanidade precisa de libertação
A humanidade precisa ser libertada e redimida. A própria criação, diz São Paulo, sofre e nutre a esperança de entrar na liberdade dos filhos de Deus (cf. Rm 8,19-22). Essas palavras são verdadeiras também no mundo de hoje. A criação sofre. A humanidade sofre e espera a verdadeira liberdade, espera um mundo diferente, melhor; espera a “redenção”. E no fundo sabe que este novo mundo esperado supõe um novo homem, supõe “filhos de Deus”. Vejamos mais de perto a situação do mundo de hoje. O panorama internacional, se por um lado apresenta prospectivas de desenvolvimento econômico e social promissor, por outro lado oferece à nossa atenção algumas fortes preocupações quanto ao que diz respeito ao próprio futuro do ser humano. A violência, em não poucos casos, marca as relações entre os indivíduos e povos; a pobreza oprime milhões de indivíduos; discriminações e, às vezes, até perseguições por motivos raciais, culturais e religiosos, impelem tantas pessoas a fugirem dos seus países, para buscar refúgio e proteção em outros lugares; o progresso tecnológico, quando não tem como fim a dignidade e o bem do ser humano, nem se articula para um desenvolvimento solidário, perde o seu potencial de fator de esperança, e até corre o risco de agravar desequilíbrios e injustiças já existentes. Existe também uma constante ameaça no que diz respeito à relação homem-meio-ambiente, devido ao uso indiscriminado das fontes, com repercussões na própria saúde física e mental do ser humano. O futuro do ser humano é ainda colocado em risco pelos atentados à sua vida, atentados que assumem várias formas e modalidades.

Diante desse horizonte, “sentimos o peso da inquietação, atormentados entre a esperança e a angústia” (Constituição Pastoral Gaudium et Spes, 4) e, preocupados, perguntamo-nos: o que acontecerá com a humanidade e com a criação? Existe esperança para o futuro, ou melhor, a humanidade tem futuro? E como será esse futuro? A resposta a estas perguntas vêm para nós, crentes, do Evangelho. É Cristo o nosso futuro, e, como eu escrevi na Carta Encíclica Spe Salvi, o seu Evangelho é comunicação que “muda a vida”, dá esperança, escancara a porta escura do tempo e ilumina o futuro da humanidade e do universo (cf. n° 2).

São Paulo sabia bem que só em Cristo a humanidade pode encontrar redenção e esperança. Por isso sentia como urgente e obrigatória a missão de anunciar “a promessa da vida que há em Cristo Jesus” (2Tm 1,1), “nossa esperança” (1Tm 1,1), para que todos os povos pudessem participar da mesma herança e serem “beneficiários da mesma promessa, no Cristo Jesus, por meio do Evangelho” (cf. Ef 3,6). Tinha consciência de que, sem Cristo, a humanidade fica “neste mundo”, sem “esperança nem Deus verdadeiro” (Ef 2,12): “sem esperança, porque sem Deus” (Spe Salvi, 3). Com efeito, “quem não conhece Deus, mesmo podendo ter inúmeras esperanças, no fundo não tem esperança, sem a grande esperança que sustém toda a vida (Ef 2,12)” (ivi, 27).

2. A Missão é questão de amor
É, portanto, um dever obrigatório para todos anunciar Cristo e a sua mensagem de salvação. “Ai de mim”, disse São Paulo, “se eu não anunciar o Evangelho!” (1Cor 9,16). No caminho de Damasco, ele experimentou e compreendeu que a Redenção e a Missão são obra de Deus e do seu amor. O amor de Cristo levou-o a percorrer as estradas do Império Romano como arauto, apóstolo, pregoeiro, mestre do Evangelho, do qual se proclamava “embaixador algemado” (Ef 6,20). A caridade divina fez dele “tudo para todos, para salvar a todo custo alguns” (1Cor 9,22). Olhando a experiência de São Paulo, entendemos que a atividade missionária é uma resposta ao amor com o qual Deus nos ama. O seu amor redime-nos e estimula-nos para a Missão “ad gentes” [de primeiro anúncio aos povos não cristãos]; é a energia espiritual capaz de fazer crescer na família humana a harmonia, a justiça, a comunhão entre as pessoas, raças e povos, à qual todos aspiramos (cf. Deus Caritas Est, 12). É, portanto, Deus, que é Amor, que guia a Igreja até as fronteiras da humanidade e chama os evangelizadores a saciarem-se “daquela primeira e originária fonte que é Jesus Cristo, de cujo coração ferido emana o amor de Deus” (Deus Caritas Est, 7). Só dessa fonte podem-se tirar a atenção, a ternura, a compaixão, o acolhimento, a disponibilidade, o interesse pelos problemas do povo, e as outras virtudes necessárias aos mensageiros do Evangelho, para deixarem tudo e dedicarem-se completamente e incondicionalmente a espalhar pelo mundo o perfume da caridade de Cristo.

3. Evangelizar sempre
Enquanto continua sendo necessária e urgente a primeira evangelização em não poucas regiões do mundo, escassez de clero e falta de vocações afligem hoje várias dioceses e institutos de vida consagrada. É importante insistir em que, apesar da presença de crescentes dificuldades, o mandado de Cristo para evangelizar todos os povos continua sendo prioridade. Nenhuma razão pode justificar uma diminuição ou estagnação, uma vez que “o mandado de evangelizar todas as pessoas constitui a vida e a missão essencial da Igreja” (Paulo VI, Exortação Apostólica Evangelii Nuntiandi, 14). Missão que “ainda se encontra nos inícios e a cujo serviço devemos dedicar todas as forças” (João Paulo II, Encíclica Redemptoris Missio, 1). Como não pensar aqui no macedônio que, aparecido em sonho a Paulo, gritou “Vem à Macedônia e ajude-nos!”? Hoje são inúmeros os que esperam o anúncio do Evangelho, os que têm sede de esperança e de amor. Os que se deixam tocar em profundidade por esse pedido de ajuda que se levanta da humanidade deixam tudo por Cristo e transmitem aos homens e mulheres o amor a Ele (cf. Spe Salvi, 8)!

4. Ai de mim, se eu não evangelizar (1Cor9,16)
Prezados irmãos e irmãs, “duc in altum” [vai mar adentro]! Adentremo-nos no vasto mar do mundo, e, seguindo o convite de Jesus, lancemos sem temor as redes, confiantes na sua constante ajuda. Lembra-nos São Paulo que não é uma honraria pregar o Evangelho (cf. 1Cor 9,16), mas uma tarefa e uma alegria. Prezados irmãos Bispos, seguindo o exemplo de Paulo, cada um se sinta “prisioneiro de Cristo para os gentios” (Ef 3,1), sabendo que pode contar nas dificuldades e nas provas com a força que nos vem d’Ele. O Bispo não é consagrado só para a sua diocese, mas para a salvação do mundo todo (cf. Encíclica Redemptoris Missio, 63). Como o apóstolo Paulo, é chamado a dirigir-se aos distantes que ainda não conhecem Cristo, ou ainda não experimentaram seu amor libertador; é seu empenho tornar missionária toda a comunidade diocesana, contribuindo de bom grado, segundo suas possibilidades, com o envio de presbíteros e leigos a outras Igrejas, para o serviço de evangelização. A Missão “ad gentes” torna-se assim o princípio unificador e convergente de toda a sua atividade pastoral e caritativa.

Vós, prezados presbíteros, primeiros colaboradores do Evangelho, sede pastores generosos e evangelizadores entusiastas! Nestas últimas décadas, não poucos de vós, fostes para territórios de Missão na linha da Encíclica Fidei Donum, cujo 50° aniversário acabamos de comemorar, e com a qual o meu venerável predecessor, o Servo de Deus Pio XII, deu impulso à cooperação entre as Igrejas. Confio que não diminua essa tensão missionária nas Igrejas locais, apesar da escassez de clero que aflige não poucas delas.

E vós, prezados religiosos e religiosas, marcados, por vocação, por uma forte conotação missionária, levais o anúncio do Evangelho a todos, especialmente aos distantes, mediante o testemunho coerente de Cristo e o seguimento radical do seu Evangelho.

Na difusão do Evangelho sois chamados a tomar parte, de maneira sempre mais relevante, todos vós, prezados fiéis leigos, que atuais nos diversos âmbitos da sociedade. Abre-se assim diante de vós um complexo e multiforme areópago a ser evangelizado: o mundo. Testemunhai com a vossa vida que os cristãos “pertencem a uma nova sociedade, rumo à qual estão a caminho, e que, na sua peregrinação, é antecipada” (Spe Salvi, 4).

5. Conclusão
Prezados irmãos e irmãs, que a celebração do Dia Mundial das Missões vos encoraje a todos a tomar renovada consciência da urgente necessidade de anunciar o Evangelho. Não posso não destacar com vívido reconhecimento a contribuição das Pontifícias Obras Missionárias para com a ação evangelizadora da Igreja. Agradeço-as pelo apoio que oferecem a todas as comunidades, especialmente às mais jovens. Elas são um válido instrumento para animar e formar missionariamente o Povo de Deus, e alimentam a comunhão de pessoas e bens entre as diversas partes do Corpo Místico de Cristo. A coleta que no Dia Mundial das Missões é feita em todas as paróquias seja sinal de comunhão e de solicitude recíproca entre as Igrejas. Seja, enfim, intensificada sempre mais no povo cristão a oração, indispensável meio espiritual para difundir entre todos os povos a luz de Cristo, luz que ilumina “as trevas da história” (Spe Salvi, 49). Ao confiar ao Senhor o trabalho apostólico dos missionários, das Igrejas espalhadas pelo mundo e dos fiéis empenhados em diversas atividades missionárias, invocando a intercessão do apóstolo Paulo e de Maria Santíssima, “Arca da Aliança Viva”, Estrela da Evangelização e da Esperança, envio a todos a Bênção Apostólica.

Vaticano, 11 de maio de 2008
Solenidade de Pentecostes

Benedictus PP. XVI

Maria:Mãe,Discípula e Missionária Jo 2,1-11

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              28° Domingo do Tempo Comum-Nossa Senhora da Conceição Aparecida

Celebramos neste domingo a Festa de Nossa Senhora Aparecida,padroeira do Brasil,e também celebramos o dia das crianças.Neste domingo festivo podemos nos apresentar um grande favorecimento que Nossa Senhora interceda por nós para que possamos então ver as nossas necessidades que temos em nosso coração.A Primeira Leitura da Liturgia deste domingo no Livro de Ester ela arrisca a sua própria vida para defender a vida do seu povo sendo ameaçado de morte,porém a Primeira leitura nos diz assim:”Ester revestiu-se com vestes de rainha e foi colocar-se no vestíbulo interno do palácio real,frente a residência do rei.O rei estava sentado no trono real,na sala do trono frente á entrada“.(cf.Est 5,1b).Temos em virtude o que nos determina um grande favorecimento de entendermos melhor sobre essa situação.Quando nós estamos em dificuldades temos a esperança de que a Rainha possa defender o seu povo que está sendo ameaçado de morte possamos nos determinar o que temos em dar a continuidade de colocar esses determinados tempos da nossa missão de resgatar o povo de Deus em cada passo.A Segunda Leitura quando vamos ler em Apocalipse sobre uma mulher que vestida de sol apareceu uma mulher e tendo a lua sobre os pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas.(cf. Ap 12,1).Por isso Maria é a grande serva de Deus que intecerda por nós lá no céu juntamente com o seu filho Jesus,e ainda por cima quando fazemos a oração do Magnificat(Lc 1,39-56).possamos então nos colocar em grande intercessão pela virgem Maria.(Ver tema:Maria:Grande serva de Deus).Percebemos que nos mostramos nessa palavra que ela determinou para nós neste tema dizendo faça-se em mim,segundo a sua palavra (cf.Lc 1,38).O Evangelho de São João nos fala sobre as Bodas de Caná na qual Maria não aceita o casamento sem vinho,por isso ela disse no Evangelho explicando para o Sennhor dizendo que não tem vinho para ser servido no casamento dos noivos e por isso Jesus disse assim a Maria:”Mulher,para que me dizes isso? A minha hora ainda não chegou“.(cf.Jo 2,4).vejam Jesus fez essa questão a Maria que na qual ela dizia que faltava vinho no casamento,ainda no Evangelho Maria pediu aos serventes desse contexto assim:”Fazei tudo o que ele vos disser!”.(cf.Jo 2,5).Pois este momento que temos em partilhar com o Senhor na qual temos em destaque o que nos revela o Evangelho que tem nos dado essa reflexão que possamos nos aproximar cada vez mais do amor de Maria Santíssima onde nós possamos ser protegidos pelo seu ventre na qual tivemos em grandes momentos da nossa vida.Que Maria Santíssima interceda pos nós juntamente com seu filho Jesus,e que Deus tem dado para nós o seu Filho unigênito o seu filho único para que possamos juntos com ele preparar o nosso coração.Vamos portanto pedir ao Senhor e Maria Santíssima que nos interceda a cada dia que passa e também peçamos a Maria Santíssima possa proteger todas as crianças do mundo inteiro por toda a nossa vocação do amor de Cristo Jesus nos faz meditar em sua palavra missionária.

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!!

Para sempre seja louvado!!

Escutai esta outra parábola Mt 21,33-43

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       27°Domingo do Tempo Comum-3° Dia da Novena de N.Senhora de Aparecida 

A liturgia deste Domingo,nos fala da continuação da parábola da vinha,conforme nos havia mostrado um grande sentido de mostrar uma forma necessária para o dia de hoje.A primeira leitura no Livro do Profeta Isaías nos faz uma revelação profética na qual ele diz:“Vou cantar para o meu amado o cãntico da vinha de um amigo meu:Um amigo meu possuía uma vinha em fértil encosta”.(cf.Is 5,1).Com essa afirmação,Isaías demonstrou que vai cantar um cãntico da vinha que lhe havia preparado algum tempo.Com o passar do tempo,Isaías demonstrou neste momento ainda na primeira leitura de hoje quando estamos referindo,a estimular uma vinha fértil.O profeta ainda nos diz:“Cercou-a,limpou-a de pedras,plantou videira escolhidas,edificou uma torre no meio e construiu um lagar;esperava que ela produzisse uvas boas,mas produziu uvas selvagens“. (cf.Is 5,2).Na Segunda Leitura,São Paulo em sua carta aos Filipenses ele nos diz assim:“Não vos inquieteis com coisa alguma,mas apresentai as vossas necessidades a Deus,as vossas necessidades a Deus,em orações,súplicas,acompanhadas de ação de graças“.(cf.Fl 4,6). São Paulo quis demonstrar um grande fator,para que nós pudéssemos nos próximos momentos de cada passo em nosso coração.Ainda na Segunda Leitura,São Paulo também nos traz uma mensagem especial para nós:”Praticai o que aprendestes e recebestes de mim,ou que de mim vistes e ouvistes.Assim o Deus da paz estará convosco“.(cf.Fl 4,9).São Paulo nos envia essa mensagem,para que todos nós possamos escutar com atenção a nossa convicta condução de amar a Deus e escutar o que nos diz o Senhor que está sendo representado pelo apóstolo São Paulo.Agora o Evangelho de São Mateus continua narrando a história da parábola da vinha,como o Senhor nos havia ordenado:”Escutai esta outra parábola.Certo proprietário plantou uma vinha,põs uma cerca em volta,cavou nela um lagar para pisar as uvas e construiu uma torre de guarda.Ele a alugou a uns agricultores e vialou para o estrangeiro”.(Mt 21,33).Vejam o Evangelho deste domingo nos reflete a mesma passagem igual da primeira leitura do Profeta Isaías,para que isso possa nos demonstrar essa parábola que Jesus nos contou é mostrar o que tivemos uma experiência mútua no amor de Deus e nos preparar para colocar em prática o que Jesus nos explica através do que temos uma grande circunstância na nossa vida,mesmo que somos pecadores e fracos,peçamos a misericórdia do Senhor que leve a todos nós alcançar a vida eterna,conforme nos dizia São Paulo na Primeira carta aos Coríntios:”O amor é paciente,e benfazejo,não é invejoso“.(cf.1Cor 13,4).Portanto vamos então pedir ao Senhor que nos dê o seu amor de Pai que vem nos dar um grande exemplo de vida para todos nós,para que nós possamos então perceber que o Senhor vem trazer para nós muitas e muitas parábolas a serem explicadas para todos nós.

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!!

Para sempre seja louvado!!

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As autoridades judaicas Mt 21,28-32

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A liturgia deste domingo nos conduz no dia dedicado a Sagrada Escritura,na qual estamos nos modificando em uma conduta esperança do que nós temos em prática de meditar a palavra de Deus todos os dias.A primeira leitua da Profecia de Ezequiel nos diz sobre a conduta de Deus que não é correta,mas para nós há uma questão,por que que a conduta do Senhor não é correta? O texto nos explica assim:”Quando um justo se desvia da justiça,pratica o mal e morre“.(cf.Ez 18,26). Pois bem essa conduta ela é fundamental para que possamos nos dedicar mesmo que Deus possa nos conduz a sua conduta precisamos dedicar numa situação muito difícil,pois bem ainda na primeira leitura o Senhor nos fala neste ponto:” Quando o ímpio se arrepende da maldade que praticou e observa o direito e a justiça,predendo-se de todos os seus pecados,com certeza viverá,não morrerá“.(cf.Ez 18,28).O Senhor porém nos fez essa afirmação quando temos neste ponto o grande sentido mesmo que temos em prática os nossos pecados contra a castidade.A Segunda leitura,São Paulo nos escreve mais uma vez na sua carta de Filipenses dizendo:”Se existe consolação na vida em Cristo,se alento no mútuo amor,se existe comunhão no Espírito,se existe ternura e compaixão,tornai então completa a minha alegria:aspirai a mesma coisa unidos no amor;procurando a unidade“.(cf.Fl 2,1-2).Pois bem,São Paulo nos diz que se existia consolo na vida junto com Cristo alento no mútuo amor e se existe também a comunhão do Espírito,basta ter ternura,ter compaixão para que possamos então nos converter neste contexto.De fato somos fracos e pecadores todos nós temos uma grande atitude para buscar o que for necessário.O Evangelho de São Mateus já nos detalhava sobre as autoridades judaicas no que estamos vendo nessas necessidades precisamos meditar nestes momentos de reflexão a cada passo que estamos dando,devido a nossa oportunidade de dedicar o que temos em comum.Então o Evangelho nos diz uma questão que é muito forte:”Que vos parece? Um homem tinha dois filhos.Dirigindo-se ao primeiro,disse:´Filho,vai trabalhar hoje na vinha!”.O filho respondeu:”Não quero.”.(Mt 21,28-29).Vejam o filho do proprietário da vinha não quer trabalhar mas desse outro momento,o pai disse ao outro filho e disse a mesma coisa e ele aceitou a proposta do pai.(cf.Mt 21,30).Temos uma outra questão a responder por que o primeiro filho não quis trabalhar e outro quer?Existe momentos mais questionados sobre este grande momento de partilharmos nesse ponto,mas para isso é preciso colocar em prática todas essas coisas mesmo que temos um momento de refletir sobre isso pela ação missionária da palavra do Senhor,mesmo que nós tenhamos uma proposta a dar neste dia.Vamos portanto pedir ao Senhor que dê muito amor e caridade para que possa realizar em nós um grande momento de encontramos com seu Filho Jesus estamos nos dedicando a ter uma boa prática neste momento.

 

Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo!!

Para sempre seja louvado!!

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Os primeiros e os últimos Mt 20,1-16a

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A liturgia deste domingo,traz um tema inspirado a um novo começo de restauração de nossos corações.A Primeira leitura escrito no livro do Profeta Isaías,nos traz um grande favorecimento da busca do Senhor,e o profeta nos diz:“Buscai o Senhor,enquanto pode ser achado;invocai-o,enquanto está perto“.(cf.Is 65,6).Nesta passagem o Profeta nos traz uma revelação juntamente de acordo com todos nós possamos alcançar uma vida nova,buscar o que vem de Deus em nosso coração.Por isso o Evangelho de São Mateus no capítulo 6 versículo 33 nos vem dizer assim:”Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça,e todas essas coisas vos serão dadas por acréscimo“.(cf.Mt 6,33).Sabemos que o Reino de Deus é a justiça que procuramos buscar o nosso direito de viver em condições para uma vida nova.Agora vamos a Segunda Leitura que São Paulo nos escreve aos Filipenses na seguinte expressão que São Paulo nos diz:”Entretanto,se o viver na carne significa que meu trabalho será frutuoso,neste caso,não sei escolher“.(cf.Fl 1,22).Portanto São Paulo quis nos mostrar o que deveríamos então nessa ocasião em determinar o que ele nos diz na qual não soube escolher.Ainda na Segunda Leitura vimos que São Paulo também nos diz nesse modo:”Sinto-me atraído para os dois lados:tenho o desejo de partir,para estar com Cristo-o que para mim seria de longe o melhor-mas para vós é mais necessário que eu continue minha vida neste mundo“.(cf.Fl 1,23-24).Vimos nesta passagem a necessidade que São Paulo demonstrou o seu caráter de partir em mais uma missão que fará quando ele dizia que estaria junto de Cristo.Agora o Evangelho de hoje nos diz forma breve e simples na qual Jesus explica para os seus discípulos em parábolas:”O Reino dos Céus é como a história do patrão que saiu de madrugada para contratar trabalhadores a diária e os mandou para a vinha“.(cf.Mt 20,1-2).Vejam,nestas circunstãnicas,Jesus quis contar essas parábolas aos seus díscípulos mesmo que estamos determinados a ouvir o que o Senhor tem para nos destacar neste Evangelho,mas aí tem uma resposta:”Ide também vós para a minha vinha! Eu pagarei o que for justo“.(cf.Mt 20,4).Porém Jesus lhes deu uma ordem para que as pessoas possam vir junto ao encontro de Jesus durante a sua vinha,para isso Jesus nos conta na sua parábola que ao receberem o pagamento eles começam a murmurar contra o proprietário  conforme nos diz o Evaneglho deste domingo.Para que isso seja de forma tão experiente como podemos realizar em nós a essa questão.Pois bem,o Documento do Concílio Vaticano II Sacrosanctum Comcilium nos relata sobre o tema da história da salvação neste exato momento:”Por isso,a Igreja anuncia a salvação aos que não crêem,para que todos os homens reconheçam a Deus,o verdadeiro,e seu enviado,Jesus Cristo,convertam-se e façam penitência,administrar os sacramentos,ensinar a observar tudo que Cristo ordenou,estimular á prática da caridade,da piedade e do apostolado,que mostram que os fiéis não são deste mundo,mas estão aqui como luz do mundo,para glorificar ao Pai diante dos homens“. (cf.SC,9).Possamos observar que a Igreja se manifesta de acordo com que o Evangelho de hoje determina.Para nós é um sacrifício que temos que se responsabilizar cada vez mais nestas horas,possamos também levar nesta situação um gesto de caridade,um gesto de amor,possamos então colocar em prática tudo aquilo que pensamos em nossos corações em nossas mentes o que o Senhor tem falado para nós neste dia de hoje.Portanto,vamos pedir ao Senhor que leve as nossas preces para as pessoas que determinadamente saibam mostrar um grande momento desta partilha cada vez mais precisamos nos encontrar com o Senhor como dizia São Paulo na Segunda Leitura,para nos encontrar com o Senhor para que ele possa nos dar esa fonte verdadeira da sua palavra.

Louvado Seja nosso Senhor Jesus Cristto!!

Para sempre seja louvado!!

 

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